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Fundamentos do Yoga: Asteya

Não tirar de si, nem do outro

A prática do Yoga envolve não somente as posturas físicas e mentais, chamadas asanas e as pranayamas, que são as respirações, mas também um código de conduta para viver em harmonia com a sociedade, para estreitar as relações com os seres e, também, construir o seu próprio caminho rumo à plenitude.

O Yoga possui um código de ética para que os yogues, praticantes da arte milenar, tenham orientações sobre como viver melhor, de acordo com os objetivos do Yoga. O artigo de hoje é sobre a Asteya. Você já ouviu falar? Continue a leitura!

O que é Asteya?

Em sânscrito, Steya é o ato de pegar ilegalmente algo que não pertence a você. Já a Asteya é a prática de abster-se desse comportamento. Inclusive, em pensamento!

Nos artigos anteriores foram abordados outros princípios: a Satya, que é o compromisso com a verdade, e a Ahimsa, a não-violência e o respeito pela vida. Clique nos links e entenda um pouco mais sobre cada um deles!

Fundamentos do Yoga: Asteya - mulher meditando ao ar livre.

Asteya significa não tirar de si, nem do outro.

É comumente associado a não roubar, mas a prática da Asteya vai muito além de roubos e furtos de objetos ou dinheiro. É uma prática que exige que não se tire nada do outro, o que diz respeito a coisas tangíveis e intangíveis.

Asteya na vida cotidiana

Há várias formas de aplicar o princípio da Asteya no dia a dia. Não roubar é o mais associado à prática, mas outras atitudes também são nocivas ao outro e a quem as praticam.

Por isso, preste atenção no seu comportamento até com as pequenas coisas!

Você recebe o crédito por atividades que não realizou?

Essa é uma forma de apropriar-se daquilo que não é seu. Mesmo que não tenha sido de propósito, um yogue ou outra pessoa que queira seguir os ensinamentos do Yoga deve manter a honestidade nesses momentos e deixar que a pessoa que realizou uma atividade possa “colher os louros” merecidos.

Fundamentos do Yoga: Asteya: mulher em uma posição de yoga com o sol ao fundo.

Já fez uso de privilégios que não te pertencem?

É mais uma forma de apropriação indevida e que pode gerar desigualdades na sociedade e no ambiente de trabalho. Já pensou quantas pessoas com deficiência tiveram dificuldades de locomoção por ter outra pessoa ocupando a vaga de estacionamento que é delas, por direito? Quantas pessoas idosas tiveram sua saúde prejudicada por ficarem muito tempo em pé no transporte público?

O trabalho intelectual e o artístico são frutos de esforço, tempo, dedicação, inspiração e competência.

Percebe quanto valor há nele? Utilizar citações de outros autores em trabalhos acadêmicos sem o devido crédito é uma forma de roubo, assim como vender imagens ou outros trabalhos de artistas sem a devida autorização e pagamento, se for o caso.

Utiliza os estoques e suprimentos da empresa em que trabalha para atividades pessoais?

A Asteya engloba vários aspectos da vida cotidiana. Por isso, utilizar o telefone do trabalho para fazer ligações pessoais ou levar itens de papelaria para casa pode ser considerado como um tipo de furto.

Você valoriza o tempo do outro? Marca encontros e se atrasa ou até mesmo não aparece?

O tempo é um bem valioso e que não pode ser substituído ou ressarcido. Por isso, valorize o tempo que as pessoas separam de suas próprias vidas para fazer algo que envolva você. Não as faça perder tempo!

Sentir inveja

É uma forma de querer algo que não é nosso e pode ser o primeiro passo para longe da Asteya e para perto da Steya. Logo, evite cultivar esse sentimento tão nocivo para si e para o outro.

Você tem ideia do lugar que ocupa no planeta?

Conhece as consequências do seu próprio consumo? Também é parte da prática da Asteya fazer o uso consciente da água, do ar, dos alimentos e daquilo que é provido por outros seres humanos, já que eles não são inesgotáveis e o uso desequilibrado de um vai fazer falta e provocar escassez para o outro.

Promover e praticar a Asteya é uma forma de estimular a paz e de nos relacionarmos eticamente com os outros seres que nos rodeiam.

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Namastê!


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