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Resgatando os fundamentos do yoga

Saúde e Qualidade de Vida

Alongamento, tonificação, relaxamento. Quem faz yoga sente no corpo os efeitos da prática. Mas você saberia defini-lo em algumas palavras? Pois é, a tarefa não é simples, e para entender um pouco mais é preciso conhecer suas origens, com este intuito estamos resgatando os fundamentos do yoga com mais uma matéria do blog do Espaço Essência Yoga e Massoterapia. Acompanhe!

Derivado de “yuj”, palavra de origem sânscrita (a língua ancestral da Índia), yoga significa atar, unir e abrange uma série de disciplinas físicas, mentais e espirituais, que buscam a harmonia perfeita entre a mente e o corpo, o homem e a natureza. Assim, ele compreende obrigações morais que guiam a prática. Esses códigos são o que chamamos os fundamentos do yoga.

Resgatando os fundamentos do yoga: grupo de alunos praticando meditação.

Conhecendo os 8 passos do Yoga

Presentes no Yoga Sutras de Patanjali, um dos escritos mais importantes sobre a filosofia do Yoga, os 8 passos visam purificar corpo e mente, guiando o yogue à iluminação. Veja:

  1. Yamas (abstenções): 5 atitudes éticas que o yogue deve praticar. Você verá mais sobre elas a seguir.
  2. Nyamas (promoções): 5 atitudes que devem ser promovidas pelo yogue. Você também saberá mais sobre em instantes.
  3. Asanas: Posturas físicas.
  4. Pranayama: Controle da energia vital através da respiração.
  5. Pratyahara: Controle dos sentidos e das sensações mentais.
  6. Dharana: Concentração e atenção fixa em um só ponto - aqui e agora.
  7. Dhyana: Meditação.
  8. Samadhi: Comunhão com Deus.

Yama e Niyama: os fundamentos do yoga

Os dois primeiros passos do yoga são conhecidos como yama e niyama. Os yamas são considerados códigos de ética, uma vez que definem condutas que devem ser evitadas e se baseiam em 5 princípios básicos, a serem seguidos nas ações e nos pensamentos:

1. Ahimsa:

Prática da não-violência, que inclui a física, a mental e a emocional em relação aos outros e a si próprio. Ao deixar de reagir a uma situação de forma negativa, com julgamento, crítica, raiva ou irritação, substituímos esses sentimentos por bondade, aceitação e amor.

2. Satya:

Não mentir e viver sua verdade em todos os momentos cria respeito, honra e integridade, além de permitir ver claramente as verdades mais elevadas do caminho do yoga.

3. Asteya:

Não tomar o que não é dado gratuitamente. Pessoalmente, a prática implica não cometer roubo, assim como não ter inveja do que os outros conquistaram. Já na questão social, a asteya estaria em oposição à exploração, injustiça social e opressão.

4. Brahmacharya:

Quando temos controle sobre nossos impulsos físicos de excesso, alcançamos conhecimento, vigor e aumento de energia, que poderá ser aplicada em propósitos espirituais mais elevados.

5. Aparigraha:

O princípio de não cobiçar nos incita a viver com simplicidade e deixar tudo o que não precisamos. A ganância nos faz perder a capacidade de ver nossa única possessão eterna, o atman, nosso verdadeiro eu. E o apego não permite que estejamos abertos para receber o que precisamos.

Resgatando os fundamentos do yoga: comunhão com Deus.

Quando praticamos os fundamentos do yoga como os yamas, estamos nos esforçando para viver uma vida mais saudável, sadia e pacífica. Ao mesmo tempo, fortalecemos nossos poderes de consciência, vontade e discernimento.

Os fundamentos do yoga também incluem regras que têm como base os códigos acima, mas estendidas para o ambiente interno do corpo, da mente e do espírito. Elas são os niyamas, que simbolizam aquilo que devemos fazer, no controle dos sentidos e de impulsos violentos, assim como na organização da vida interior e em atitudes.

Da mesma forma que os yamas, os niyamas também se baseiam em 5 princípios:

1. Shaucha:

Purificação em todos os âmbitos: alimentação saudável, cuidado com o que se ingere e prática de exercícios físicos. As impurezas em nosso ambiente externo e em nosso corpo afetam negativamente nosso estado de espírito e impedem a obtenção da sabedoria real e da liberação espiritual.

2. Santosa:

Cultivar um estado de contentamento, pois quando estamos contentes com tudo o que a vida nos dá, alcançamos a verdadeira alegria e felicidade. Praticar o contentamento nos liberta do sofrimento desnecessário de sempre querer que as coisas sejam diferentes.

3. Tapas:

É uma prática de intensa autodisciplina, esforço e força de vontade. Quando nossa vontade entra em conflito com o desejo de nossa mente, cria-se um fogo interno que ilumina e queima nossas impurezas mentais e físicas, podendo ser usado como fonte de energia espiritual.

4. Svadhyaya:

Estudo de si mesmo e autoconhecimento. A prática também envolve o estudo de textos sagrados e espirituais como um guia para o nosso mundo interior, onde o nosso verdadeiro eu reside.

5. Isvarapranidhana:

Dedicação, devoção e entrega dos frutos da prática para um poder superior. Devemos dissolver nossa natureza egocêntrica e deixar de lado nossa constante identificação com nós mesmos. Por meio desse simples ato de dedicação, somos lembrados de nossa conexão com nosso poder superior, e nossa prática de yoga se torna sagrada, cheia de paz interior e amor abundante.

Resgatando os fundamentos do yoga: Kapotasana.

Breve história e origem dos fundamentos do yoga

Não há estudos conclusivos sobre a origem exata do yoga, mas sabe-se que é uma prática milenar e acredita-se que tenha surgido há mais de 5000 anos, a nordeste da Índia, na antiga civilização do Vale do Indo (3500 a 2000 a.C.).

Nessa época não existiam ainda os fundamentos do yoga como conhecemos hoje e a prática era passada oralmente de professor para aluno por muitas gerações.

Foi apenas mais tarde, entre os séculos 2 a.C. e 5 d.C que as práticas e teorias foram compiladas em um livro pelo intelectual indiano Patañjali. O Yoga Sutra é um tratado sobre a filosofia iogue, que, com 195 declarações, oferece uma espécie de guia filosófico para lidar com os desafios de ser humano.

É ali que ele desenvolve os fundamentos do yoga que explicamos acima. Dando orientação sobre como ganhar domínio sobre a mente e as emoções, além de conselhos sobre o crescimento espiritual, o Yoga Sutra fornece a estrutura sobre a qual todo yoga praticado hoje se baseia.

Literalmente significando "fio", o sutra também foi traduzido como aforismo, ou seja, uma máxima ou sentença que, em poucas palavras, explicita regra ou princípio de alcance moral. Com esses significados em mente, podemos pensar na arte e na ciência do yoga como uma espécie de tapeçaria magnífica, que tece os fios das verdades universais.

No Brasil, o yoga chega bem mais tarde, apenas na década de 1940 pelas mãos do francês Led Alvarez Masqueville, cujo nome espiritual era Sivananda. Em 1947 ele apresentou seus ensinamentos em um Congresso no Rio de Janeiro, diante de mais de 5000 pessoas e depois fundou um centro de estudos ali mesmo chamado Amo Pax.

Posturas do Yoga: Postura do Guerreiro II.

Entender os fundamentos do yoga é resgatar suas origens e ampliar seu alcance. Como filosofia de vida, o yoga prega valores importantes de desapego, equilíbrio e sabedoria. Além disso, a prática ainda traz muitos benefícios para um corpo saudável. Motivos não faltam para começar.

Se interessou? Agende uma aula experimental conosco.

Fique atento também aos nossos cursos de meditação. Te esperamos. Namastê!


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